Não sei o motivo, mas gosto de pensar que se fazemos o que manda o coração, tudo no final se ajeita. Essa idéia me conforta, me ilumina. Sou fiel aos meus sentimentos, aos meus desejos e vontades. Não gosto de guardar mágoas, mas volta e meia elas submergem dentro de mim. Sou apaixonada pelo o que não existe, sou contra o meio termo. Sempre fui aquela (sabe aquela?) que fala a primeira coisa que vem a cabeça, que convive com a teimosia irritantemente cotidiana, que ama por inteiro, que se diz sã em um mundo de loucos.
Meu coração tem enormes asas e anda livre por aí, muitas vezes trôpego, por conta de todo amor que carrega dentro de si. Tenho a inquietação na ponta dos pés e na palma das mãos uma imensidão de sonhos.